12/06/2019

O futuro dos combustíveis

A substituição dos tradicionais combustíveis fósseis ainda parece distante da realidade das ações hoje implementadas. Enquanto países desenvolvidos avançam em pesquisas de produtos limpos, a Petrobras anunciou, em 2016, o fechamento de usinas e o encerramento das atividades de produção de biocombustíveis, matriz que poderia se fortalecer como alternativa. Atualmente, a estatal atua na produção de etanol por meio de parcerias com dez usinas em Minas Gerais, São Paulo, Goiás e em Moçambique, na África.

Pedro Felipe Silvino, professor do curso de Engenharia de Petróleo da Universidade Federal do Ceará (UFC), explica que a infraestrutura atual, voltada ao uso de combustíveis convencionais, bem como todos os investimentos nas refinarias e na logística de transporte também são fatores que impedem uma adesão em grande escala aos biocombustíveis no País. “O mercado é tão grande que você não teria condições de competir com a gasolina e o diesel”, afirma.

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