12/07/2019

Transações suspeitas envolveriam gestor de usina

Rio – As irregularidades que envolvem a Usina Canabrava podem ir além dos limites de Campos dos Goytacazes, sede da empresa. A venda e compra de uma distribuidora na Baixada Fluminense levantam suspeitas em torno de valores e envolveriam diretamente Rodrigo Luppi de Oliveira, arrendatário da Canabrava, e seu pai Dirceu de Oliveira Junior, conhecido como Major Dirceu.

O DIA teve acesso às escrituras de compra e venda do Lote nº 12 da Quadra 30 em Vila Actura, distrito de Duque de Caxias. Até 2013, neste endereço em uma área de mais de 9.600 m², funcionava a Qualipetro Distribuidora de Derivados de Petróleo, dona de uma base de armazenagem de combustível dentro dos padrões exigidos pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Especialistas do ramo dizem que a infraestrutura pronta para operação de distribuição de combustível (são mais de 2.500 m² de área construída) mais o terreno configuravam, à época, um patrimônio entre R$ 25 milhões e R$ 30 milhões. Contudo, em 28 de fevereiro de 2013, o negócio foi vendido por um valor muito inferior.

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